Este Blog está à disposição dos alunos que estudam Português na EOI de Ayamonte. Ir-se-ão publicando actividades interessantes e Links relacionados com a língua e cultura portuguesa.
Mostrando entradas con la etiqueta Compreensão escrita. Mostrar todas las entradas
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miércoles, 7 de septiembre de 2011
viernes, 1 de abril de 2011
miércoles, 16 de febrero de 2011
Completa o texto com uma palavra em cada espaço. Para veres as soluções clica duas vezes no meio dos parêntesis.
A lenda do galo de Barcelos
A lenda do galo de Barcelos já é muito antiga. Diz-se que (tudo) aconteceu no séc. XVI.
Conta a lenda que todos andavam muito assustados em Barcelos por (causa) de um crime que lá se tinha passado. É que o criminoso (ainda) não tinha sido descoberto e isso deixava as pessoas (com) medo.
(Certo) dia, apareceu na zona um galego que passou logo a ser o principal (suspeito). As autoridades acharam que era ele o (culpado) pelo crime e prenderam-no.
O galego defendeu-se, dizendo que ia ( a ) caminho de Santiago de Compostela para pagar uma promessa, mas ninguém acreditou (nele).
Com toda a gente contra o galego, e ele sem poder provar que (estava) inocente, acabou por ser condenado ( à ) forca.
Como última (vontade), o galego pediu que o levassem até ao juiz que o tinha condenado. Quando o galego chegou a casa do juiz, ele estava a deliciar-se com os amigos com um grande banquete. Voltou a dizer que estava inocente, mas, (mais) uma vez, ninguém acreditou nele.
(Então), o condenado reparou num galo assado que estava numa travessa na mesa, prontinho para ser comido, e disse:
- É tão certo eu estar inocente como certo é esse galo cantar (quando) me enforcarem.
(Todos ) se riram da afirmação do homem mas, mesmo (assim), resolveram não comer o galo.
Quando chegou a hora de enforcarem o galego, na casa do juiz o galo assado levantou-se e cantou.
(Afinal), o homem estava mesmo inocente!
O juiz correu (até ) ao sítio onde ele estava prestes a ser enforcado e mandou soltá-lo imediatamente.
Passados (alguns ) anos, o galego voltou a Barcelos e mandou construir um monumento em (louvor) à Virgem e a São Tiago para lhes mostrar o seu reconhecimento.
A lenda do galo de Barcelos já é muito antiga. Diz-se que (tudo) aconteceu no séc. XVI.
Conta a lenda que todos andavam muito assustados em Barcelos por (causa) de um crime que lá se tinha passado. É que o criminoso (ainda) não tinha sido descoberto e isso deixava as pessoas (com) medo.
(Certo) dia, apareceu na zona um galego que passou logo a ser o principal (suspeito). As autoridades acharam que era ele o (culpado) pelo crime e prenderam-no.
O galego defendeu-se, dizendo que ia ( a ) caminho de Santiago de Compostela para pagar uma promessa, mas ninguém acreditou (nele).
Com toda a gente contra o galego, e ele sem poder provar que (estava) inocente, acabou por ser condenado ( à ) forca.
Como última (vontade), o galego pediu que o levassem até ao juiz que o tinha condenado. Quando o galego chegou a casa do juiz, ele estava a deliciar-se com os amigos com um grande banquete. Voltou a dizer que estava inocente, mas, (mais) uma vez, ninguém acreditou nele.
(Então), o condenado reparou num galo assado que estava numa travessa na mesa, prontinho para ser comido, e disse:
- É tão certo eu estar inocente como certo é esse galo cantar (quando) me enforcarem.
(Todos ) se riram da afirmação do homem mas, mesmo (assim), resolveram não comer o galo.
Quando chegou a hora de enforcarem o galego, na casa do juiz o galo assado levantou-se e cantou.
(Afinal), o homem estava mesmo inocente!
O juiz correu (até ) ao sítio onde ele estava prestes a ser enforcado e mandou soltá-lo imediatamente.
Passados (alguns ) anos, o galego voltou a Barcelos e mandou construir um monumento em (louvor) à Virgem e a São Tiago para lhes mostrar o seu reconhecimento.
miércoles, 26 de enero de 2011
jueves, 9 de septiembre de 2010
Regresso às aulas
domingo, 7 de marzo de 2010
jueves, 28 de mayo de 2009
miércoles, 27 de mayo de 2009
miércoles, 13 de mayo de 2009
viernes, 24 de abril de 2009
miércoles, 22 de abril de 2009
Memorial do Convento
Para poder ver o texto faça clique nele.

Como há quem diga que já não há novidades no blog, aqui vai um texto. RESPONDA A ESTAS TRÊS PERGUNTAS
1. Vários são os imprevistos da viagem que a princesa e a sua comitiva fazem, de Montemor a Évora. Refira três desses imprevistos, fundamentando a sua resposta com elementos do texto.
2. Explique o sentido do seguinte excerto: "turbou-se de tão lastimoso espectáculo de grilhetas, em véspera das suas bodas, quando tudo devia ser ledice e regozijo" (linhas 9 a 11)
3. Encontre no texto sinónimos das seguintes palavras:
confortar
calafrio
cheio de sono
agradável

Como há quem diga que já não há novidades no blog, aqui vai um texto. RESPONDA A ESTAS TRÊS PERGUNTAS
1. Vários são os imprevistos da viagem que a princesa e a sua comitiva fazem, de Montemor a Évora. Refira três desses imprevistos, fundamentando a sua resposta com elementos do texto.
2. Explique o sentido do seguinte excerto: "turbou-se de tão lastimoso espectáculo de grilhetas, em véspera das suas bodas, quando tudo devia ser ledice e regozijo" (linhas 9 a 11)
3. Encontre no texto sinónimos das seguintes palavras:
confortar
calafrio
cheio de sono
agradável
sábado, 14 de marzo de 2009
sábado, 7 de marzo de 2009
domingo, 1 de marzo de 2009
miércoles, 18 de febrero de 2009
viernes, 13 de febrero de 2009
miércoles, 30 de abril de 2008
Completa os espaços em branco com apenas 1 palavra.
Jantar de assobio
Fulano apostou com Beltrano que havia de conseguir jantar naquele restaurante, ali da esquina, sem pagar cheta.
O caso passou-se assim. Fulano sentou-se a uma mesa e veio o empregado informar:
- Temos sopa de agriões. Deseja sopa?
O nosso amigo Fulano limitou-se a soltar duas assobiadelas, que o criado interpretou à sua __________, trazendo-lhe um prato de sopa.
A _________, o criado perguntou ao silencioso cliente se queria provar uma dobrada à moda do Porto, acabadinha de fazer. Mais duas assobiadelas de resposta.
Veio a dobrada.
E _________sucessivamente, o vinho, a fruta, o doce. Por fim, a conta.
Aqui chegado, Fulano rejeitou o papelinho com a despesa do jantar. E _______primeira vez falou:
- Não pago.
Chamado pelo criado aflito, veio o dono do restaurante, que ouviu esta explicação de Fulano, muito seguro das suas razões:
- Eu nunca pedi nada. O empregado vinha e perguntava se eu queria isto e aquilo. Eu assobiava e ele trazia a comida. O que é dado, nunca se recusa. Mas como nunca pedi, não devo nada.
E Fulano saiu do restaurante, todo emproado, de palito na ________, perante o pasmo do patrão e do criado.
Beltrano, que o esperava cá fora e a tudo assistira, através da montra do restaurante, teve de dar-se por vencido. Fulano ganhara a ________e um jantar de graça.
Mas Beltrano não se conformou e, à sua conta, resolveu, no dia seguinte, fazer o mesmo que Fulano fizera.
Encontrou Cicrano e perguntou-lhe:
- Queres apostar ______como eu vou ali àquele restaurante jantar sem gastar um __________?
Cicrano encolheu os ombros, mas apostou.
Quando Beltrano se sentou a uma mesa e o criado veio com a terrina da sopa, as duas assobiadelas do freguês puseram o empregado de _____________.
Foi a correr, lá dentro, avisar o patrão:
- Está cá outro com a ___________história dos assobios. O que é que eu faço?
- Pergunta-lhe se ele quer mais sopa - disse o patrão, arregaçando as ________da camisa.
Aos dois assobios, criado e patrão agarraram em Beltrano e correram-no do restaurante, a pontapés.
Há receitas que resultam uma vez, mas à segunda mais vale não experimentar. O Beltrano aprova o que aqui fica dito, soltando dois tristes assobios.
Fulano apostou com Beltrano que havia de conseguir jantar naquele restaurante, ali da esquina, sem pagar cheta.
O caso passou-se assim. Fulano sentou-se a uma mesa e veio o empregado informar:
- Temos sopa de agriões. Deseja sopa?
O nosso amigo Fulano limitou-se a soltar duas assobiadelas, que o criado interpretou à sua __________, trazendo-lhe um prato de sopa.
A _________, o criado perguntou ao silencioso cliente se queria provar uma dobrada à moda do Porto, acabadinha de fazer. Mais duas assobiadelas de resposta.
Veio a dobrada.
E _________sucessivamente, o vinho, a fruta, o doce. Por fim, a conta.
Aqui chegado, Fulano rejeitou o papelinho com a despesa do jantar. E _______primeira vez falou:
- Não pago.
Chamado pelo criado aflito, veio o dono do restaurante, que ouviu esta explicação de Fulano, muito seguro das suas razões:
- Eu nunca pedi nada. O empregado vinha e perguntava se eu queria isto e aquilo. Eu assobiava e ele trazia a comida. O que é dado, nunca se recusa. Mas como nunca pedi, não devo nada.
E Fulano saiu do restaurante, todo emproado, de palito na ________, perante o pasmo do patrão e do criado.
Beltrano, que o esperava cá fora e a tudo assistira, através da montra do restaurante, teve de dar-se por vencido. Fulano ganhara a ________e um jantar de graça.
Mas Beltrano não se conformou e, à sua conta, resolveu, no dia seguinte, fazer o mesmo que Fulano fizera.
Encontrou Cicrano e perguntou-lhe:
- Queres apostar ______como eu vou ali àquele restaurante jantar sem gastar um __________?
Cicrano encolheu os ombros, mas apostou.
Quando Beltrano se sentou a uma mesa e o criado veio com a terrina da sopa, as duas assobiadelas do freguês puseram o empregado de _____________.
Foi a correr, lá dentro, avisar o patrão:
- Está cá outro com a ___________história dos assobios. O que é que eu faço?
- Pergunta-lhe se ele quer mais sopa - disse o patrão, arregaçando as ________da camisa.
Aos dois assobios, criado e patrão agarraram em Beltrano e correram-no do restaurante, a pontapés.
Há receitas que resultam uma vez, mas à segunda mais vale não experimentar. O Beltrano aprova o que aqui fica dito, soltando dois tristes assobios.
viernes, 27 de julio de 2007
Compreensão escrita
Completa os espaços em branco com apenas uma palavra.
Joca e o prato de sopa
O Joca faz cara feia à sopa. Diz ele que se engasga[1].
- Não te engasgas com o bife _______(1) com as batatas fritas...
- diz-lhe o pai. - Porque será?
A verdade é que o Joca não gosta ________(2) sopa. Já os pais estão na fruta e ele ________(3) a remanchar[2], ora uma colher ______(4) outra, muito enfadado[3], diante da sopa fria.
No ______(5) dia, foi lá jantar o tio Alfredo. Sabedor do desgosto do Joca _____(6) sopinha, disse que ia preparar uma sopa especial, uma raridade, que tinha dado que fazer a _____(7) de mil homens.
Fechou-se na cozinha, _______(8) se demorou que tempos, e quando terminou o preparo anunciou:
- ______(9) para a mesa, ______(10) provarem a sopa que custou o trabalho de mais de mil.
Veio a sopa para os pratos e nenhuma diferença fazia _______(11) sopas já conhecidas e rejeitadas pelo paladar do Joca.
Ele assim o disse, à _______(12) colherada:
- Se deu que fazer a mil homens ou só deu que fazer ao tio Alfredo vale o mesmo.
- Enganas-te - atalhou[4] o tio Alfredo. - Vamos nós fazer as contas aos homens que trabalharam para a tua sopa.
Pegou _______(13) papel e _______(14) caneta e começou a contar:
- Primeiro, os legumes da sopa. Calculas quantas pessoas foram necessárias para lavrar a terra, mondar[5] as ervas, regar a horta?
Agora acrescenta os ferreiros que fabricaram os sachos, os mecânicos que armaram o arado, os operários que construíram o tractor, os latoeiros que fizeram os regadores...
- Agora a rega é toda mecanizada - lembrou o pai do Joca.
- Mais me ajudas - disse o tio Alfredo.
- Quantos engenheiros foram _______(15) para inventar a rega por aspersão? Quantos operários para apurar[6] os instrumentos de rega? Quantos homens para fabricar as bombas de água, que a vão buscar aos rios? E quem fez as mangueiras? Quem concebeu a mecânica dos óleos, que accionam as bombas de água?
Tanta gente à _______(16) de um prato de sopa! Cem? Duzentos?
Trezentos homens, cansados de trabalhar? Os pais do Joca e o tio Alfredo faziam cálculos de cabeça.
- Aos legumes, acrescenta o arroz. As mais das ____(17) são mulheres quem cuida dos arrozais - explicou o tio Alfredo. - E quem trata do ensacamento[7]? Quem acondiciona? Quem transporta? Quem distribui pelos armazéns?
Quem o vende nas lojas e nos supermercados? Mais umas centenas.
- Alfredo, não te esqueças do sal - lembrou a mãe do Joca.
- Pois claro que não me esqueço dos salineiros, que levantam o sal das salinas. Sem a contribuição deles, a sopa não tinha gosto.
O tio Alfredo continuava inspirado, somando parcelas, acrescentando gente. _______(18) ele sussurrava números debruçado[8] sobre o papel, o pai do Joca tomou-lhe o fio à meada:
- E o construtor do fogão, que cozinhou a sopa? E o fabricante do gás, que acendeu o fogão?
E os químicos que produziram o fósforo, com que se fizeram os fósforos, que acenderam o gás, que chegou aos bicos, trazido pelas condutas, escondidas no fogão, que cozinhou a sopa? - pergunta o pai do Joca, quase sem fôlego[9].
- E os lenhadores que cortaram as árvores, que os serradores serraram e outros mais partiram e repartiram, até chegarem a fazer os ______(19) dos fósforos? - disse a mãe do Joca, quase a rir-se.
- Chega! Chega! - gritou o Joca. - Já comi a sopa ____(20). - O que é que há a seguir?
Ia ter que esperar, porque, diante dos pais do Joca e do tio Alfredo, os pratos de sopa ainda continuavam cheios...
Glossário
[1] Obstruir a garganta
[2] Tardar; demorar-se
[3] Aborrecido; cansado
[4] Interromper
[5] Arrancar as ervas daninhas que não deixam crescer os cereais
[6] Melhorar, aperfeiçoar
[7] Meter em sacos
[8] Inclinado
[9] Respiração; alento
Joca e o prato de sopa
O Joca faz cara feia à sopa. Diz ele que se engasga[1].
- Não te engasgas com o bife _______(1) com as batatas fritas...
- diz-lhe o pai. - Porque será?
A verdade é que o Joca não gosta ________(2) sopa. Já os pais estão na fruta e ele ________(3) a remanchar[2], ora uma colher ______(4) outra, muito enfadado[3], diante da sopa fria.
No ______(5) dia, foi lá jantar o tio Alfredo. Sabedor do desgosto do Joca _____(6) sopinha, disse que ia preparar uma sopa especial, uma raridade, que tinha dado que fazer a _____(7) de mil homens.
Fechou-se na cozinha, _______(8) se demorou que tempos, e quando terminou o preparo anunciou:
- ______(9) para a mesa, ______(10) provarem a sopa que custou o trabalho de mais de mil.
Veio a sopa para os pratos e nenhuma diferença fazia _______(11) sopas já conhecidas e rejeitadas pelo paladar do Joca.
Ele assim o disse, à _______(12) colherada:
- Se deu que fazer a mil homens ou só deu que fazer ao tio Alfredo vale o mesmo.
- Enganas-te - atalhou[4] o tio Alfredo. - Vamos nós fazer as contas aos homens que trabalharam para a tua sopa.
Pegou _______(13) papel e _______(14) caneta e começou a contar:
- Primeiro, os legumes da sopa. Calculas quantas pessoas foram necessárias para lavrar a terra, mondar[5] as ervas, regar a horta?
Agora acrescenta os ferreiros que fabricaram os sachos, os mecânicos que armaram o arado, os operários que construíram o tractor, os latoeiros que fizeram os regadores...
- Agora a rega é toda mecanizada - lembrou o pai do Joca.
- Mais me ajudas - disse o tio Alfredo.
- Quantos engenheiros foram _______(15) para inventar a rega por aspersão? Quantos operários para apurar[6] os instrumentos de rega? Quantos homens para fabricar as bombas de água, que a vão buscar aos rios? E quem fez as mangueiras? Quem concebeu a mecânica dos óleos, que accionam as bombas de água?
Tanta gente à _______(16) de um prato de sopa! Cem? Duzentos?
Trezentos homens, cansados de trabalhar? Os pais do Joca e o tio Alfredo faziam cálculos de cabeça.
- Aos legumes, acrescenta o arroz. As mais das ____(17) são mulheres quem cuida dos arrozais - explicou o tio Alfredo. - E quem trata do ensacamento[7]? Quem acondiciona? Quem transporta? Quem distribui pelos armazéns?
Quem o vende nas lojas e nos supermercados? Mais umas centenas.
- Alfredo, não te esqueças do sal - lembrou a mãe do Joca.
- Pois claro que não me esqueço dos salineiros, que levantam o sal das salinas. Sem a contribuição deles, a sopa não tinha gosto.
O tio Alfredo continuava inspirado, somando parcelas, acrescentando gente. _______(18) ele sussurrava números debruçado[8] sobre o papel, o pai do Joca tomou-lhe o fio à meada:
- E o construtor do fogão, que cozinhou a sopa? E o fabricante do gás, que acendeu o fogão?
E os químicos que produziram o fósforo, com que se fizeram os fósforos, que acenderam o gás, que chegou aos bicos, trazido pelas condutas, escondidas no fogão, que cozinhou a sopa? - pergunta o pai do Joca, quase sem fôlego[9].
- E os lenhadores que cortaram as árvores, que os serradores serraram e outros mais partiram e repartiram, até chegarem a fazer os ______(19) dos fósforos? - disse a mãe do Joca, quase a rir-se.
- Chega! Chega! - gritou o Joca. - Já comi a sopa ____(20). - O que é que há a seguir?
Ia ter que esperar, porque, diante dos pais do Joca e do tio Alfredo, os pratos de sopa ainda continuavam cheios...
Glossário
[1] Obstruir a garganta
[2] Tardar; demorar-se
[3] Aborrecido; cansado
[4] Interromper
[5] Arrancar as ervas daninhas que não deixam crescer os cereais
[6] Melhorar, aperfeiçoar
[7] Meter em sacos
[8] Inclinado
[9] Respiração; alento
Soluçoes
(1)nem (2)de (3)ainda (4)ora (5)outro (6)pela (7)mais
(8)onde (9)todos (10)para (11)das (12)primeira (13)num
(14)numa (15)necessários (16)volta (17)vezes
(18)enquanto (19)paus (20)toda
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